Entre potiguares e pernambucanos, a Paraíba parece chamar pouca atenção. Ou os turistas é que são distraídos? Sem a oferta gastronômica do Recife, João Pessoa defende bem a culinária sertaneja no
Mangai (avenida Gen. Édson Ramalho, 696, Manaíra, 83/3226-1615). Os pratos, além de agradar ao paladar, divertem pelo nome. Que tal provar um delicioso sovaco-de-cobra (carne-de-sol moída com milho)? Se você aprecia construções históricas, visite a
Igreja de São Francisco (Praça S. Francisco, 83/3218-4505), de 1589. O tour pela igreja e pelo Convento de Santo Antônio (do século 18) tem guias bem informados. Programa menos religioso, mas sem pecado algum, é relaxar como veio ao mundo na
Praia de Tambaba (a 50 quilômetros da capital). Aqui, nudismo é muito natural - homem desacompanhado de mulher não entra. Na volta a João Pessoa, dê uma paradinha na
Ponta do Seixas (a 14 quilômetros da capital) só para dizer que esteve no ponto mais a leste do Brasil continental. Ali, suba ao
Farol do Cabo Branco para ter a melhor vista da região. E decrete o fim do dia na Praia do Jacaré (acesso pelo km 8 da BR-230). Na verdade, não passa de um ancoradouro fluvial. Mas só lá você assiste ao pôr-do-sol com a trilha sonora do
Bolero, de Ravel, tocado por Jurandy do Sax. É programa de turista, sim, mas não fazê-lo é como ir a Roma e...
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Viagem e Turismo